
por Delano Mothé
Semeemos o Bem, pelas iniciativas lançadas no solo da vida, persistente, incansável, continuamente, entregando ao tempo e ao Divino Cultivador o milagre da germinação. Sem o trabalho constante de semeadura, jamais nos será possível a glória da florescência e da frutificação, por dentro e em torno de nossas almas.
Revolvamos a terra árida do próprio coração, abrindo-lhe sulcos e tornando-a dócil às boas obras, receptiva ao novo, à vida. O chão batido, enrijecido, ressequido, é estéril, impermeável que se faz a tudo que nele poderia prosperar, fadado à completa desertificação, à morte. O arejamento e permeabilização do terreno é que lhe possibilitam receber em seu ventre os elementos seminais do porvir verdejante de flores e frutos.








