abr
29
2010

Jardins Existenciais.

por Delano Mothé

Semeemos o Bem, pelas iniciativas lançadas no solo da vida, persistente, incansável, continuamente, entregando ao tempo e ao Divino Cultivador o milagre da germinação. Sem o trabalho constante de semeadura, jamais nos será possível a glória da florescência e da frutificação, por dentro e em torno de nossas almas.

Revolvamos a terra árida do próprio coração, abrindo-lhe sulcos e tornando-a dócil às boas obras, receptiva ao novo, à vida. O chão batido, enrijecido, ressequido, é estéril, impermeável que se faz a tudo que nele poderia prosperar, fadado à completa desertificação, à morte. O arejamento e permeabilização do terreno é que lhe possibilitam receber em seu ventre os elementos seminais do porvir verdejante de flores e frutos.

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Written by in: Delano Mothé |
mar
18
2010

Cabresto.

por Delano Mothé

Onde é que está o raio da linha divisória
que decepa meu arbítrio e preserva o do outro?

Se a reciprocidade é verdadeira,
qual o lado que me cabe neste cabo de guerra?

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Written by in: Delano Mothé |
fev
26
2010

Bendito Desafio.

por Delano Mothé.


Ante as injunções esmagadoras da vida moderna, a te conturbarem a mente e o coração desavisados, minando-te as forças e os esforços na busca de realizar o bem e oferecer o melhor de ti ao mundo, vale relembrarmos alguns pontos normalmente menos dinamizados em meio aos automatismos hipnóticos do cotidiano, desarticuladores das condições mínimas de acolhimento e aplicação do que adiante pretendemos trazer como provocação ao caro condiscípulo em ideal.

Atende, mais regularmente, estimado amigo, a tuas necessidades de descanso e repouso sistematizado, para que não colapses na rotina trituradora dos compromissos e afazeres do dia a dia.

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Written by in: Delano Mothé |
fev
18
2010

Marcha dos Sem-Pai em Versos Cor-de-Rosa.

por Delano Mothé.

Meu pai me faltou desde a fecundação.
De lá p
ra cá tive amputado de mim
tudo que nele não pude espelhar.
A vida de filho que me foi furtada
ocupa um buraco ainda sem fundo em minh’alma.
Essa metade que me falta
mais e mais urge
por fazer parte no meu meio-eu.
Trar-ma-ão mãos masculinas
do mais doce afeto imbuídas?…

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Written by in: Delano Mothé |
jan
06
2010

Da Vertigem do Turbilhão aos Adejos Magníficos da Fé.

por Delano Mothé.

Tu, que segues com o coração combalido, esgotado em tuas forças por te soergueres após tantos tropeços e quedas reiteradas, na luta inglória por dissipar o torvelinho de vozes que já sabes contrárias aos teus ideais mais subidos, aos compromissos mais caros à tua alma, volta ao eixo sagrado de teu ser, através da oração sentida, em devoção fervorosa e entrega incondicional ao Seio Materno Todo-Acolhimento e/ou Regaço Paternal de Segurança e Provimento Infinitos, pois que, recorrendo ao bálsamo da busca incansável de comunhão com a Fonte Divina de Amor Inesgotável, em quaisquer crises da existência humana, se não encontrares o refrigério imediato para tuas urgências físicas, emocionais, psicológicas ou espirituais, sorverás recursos e energias renovados, logrando também a receptividade imprescindível à luz da intuição, que te desanuviará a percepção, clareando-te os caminhos, de molde a que, por meios inesperados, surpreendentes, imponderáveis, vislumbres, logo adiante, a solução de tuas pendências evolutivas, ou mesmo te depares, como que por encanto, com a completa superação do mal-estar antes considerado insolúvel. (mais…)

Written by in: Delano Mothé |
nov
25
2009

Instrumentos Vivos – do Bem ou do mal.

por Delano Mothé.

Um sorriso tímido, mas sincero; um lance de coragem, ainda que discreto; um gesto de bondade, por menor que seja; qualquer iniciativa no Bem, que demonstre e fortaleça a fé já florescente e frutuosa, cultivada na gleba do próprio coração, é farol vivo a iluminar a vida de quantos (a começar pela de seu promotor), direta ou indiretamente, num efeito em cadeia, possam ser tocados pelo sagrado impulso benevolente que brota singelo do imo da alma, mas se transfunde, pelas Mãos do Criador, em miríades de milagres imponderáveis, multiplicados ao infinito.

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Written by in: Delano Mothé |
out
21
2009

O Ego e seus Sutilíssimos Disfarces.

[Delano Mothé (o novo articulista de nosso blog) abraçado a Aline Rangel (habitué de nossa "Casa" eletrônica, há mais de ano).]

por Delano Mothé

Cara Maguinólia:

Infelizmente (para seu ego – mas felizmente, para seu Self), devo concordar com toda a análise de Mamin a seu respeito. Ele pode ter se excedido em alguns pontos (assim como você também, com sua ironia acintosa e vitimismo que beira o cinismo – falo-o sem qualquer intenção de ferir, apenas pretendendo ser cirúrgico), mas, a despeito disso, os problemas existem, a meu ver, seja na proporção por ele indicada, seja em menor (não muito menor) medida. Sei que você tem condições de se autossuperar neste sentido, até porque atraiu esta situação para si, não é mesmo?! (mais…)

Written by in: Delano Mothé |
jul
26
2009

Respostas de Wagner e Delano ao Texto de Benjamin, no Site.

Resposta de Wagner, em comentário no álbum de fotos do Orkut de Benjamin:

Anjo Luz Iluminador-iluminado! As legendas sob essas fotos do nosso casamento bem revelam como é seu coração: sempre pensando no bem coletivo – e, quando se espera que nessa ocasião, fosse escrever só sobre a nossa felicidade, suas palavras não deixam dúvidas de que se trata de um grande Missionário da Obra de Deus, pensando no próximo, pensando em quantas pessoas serão salvas, quantas pessoas se libertarão das correntes de tantos preconceitos com o nosso exemplo (de minha parte, ressalto que fui muito encorajado pela sua determinação). Maria está vendo. Jesus e os Anjos do Céu também: sua vida será progressivamente mais iluminada, em todos os sentidos, em medida exponencial às bençãos que você distribui em torno de si, não tenha dúvidas! É a maior honra ladeá-lo nesse grande motivo existencial! Estarei sempre aqui, ao seu lado, amor de minha vida, Alma-Gêmea da minha! Amor infinito que aumenta, seu e para sempre só seu, seu soldado-fiel Waguin.

Homenagem de Delano, prestada na comemoração de seu 38º aniversário:

“Nosso muito querido e admirado ‘Mamin’:

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Written by in: Delano Mothé,Depoimentos |

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