
por Delano Mothé.
Vazio na boca, no peito, na alma
A morte quase tudo leva
do que não mais satisfaz
Resta pouco ou nada
quando de tenra fronde
um fruto se arranca
assim, de vez

por Delano Mothé.
Vazio na boca, no peito, na alma
A morte quase tudo leva
do que não mais satisfaz
Resta pouco ou nada
quando de tenra fronde
um fruto se arranca
assim, de vez

por Delano Mothé
Esta palavra embotou todo seu significado,
se já o teve,
na minha boca dormente de câimbra.
Tal como chiclete que não tem mais gosto
de mascado à exaustão,
muito menos sabor tem esta palavra
na minha boca. (mais…)
(E-mail de Delano Mothé, encaminhado a todos os seus contatos, para divulgação do Maria Cristo 2010.)
Caros amigos e irmãos em Humanidade,
Gostaria de compartilhar com vocês o Maravilhoso da sequência de eventos ocorridos desde que, em julho de 2009, Nossa Senhora Prometeu descer sobre Aracaju, no Maria Cristo 2010:
Estância/SE, 1º de julho de 2009 – Maria de Nazaré, psicografando pelo médium Benjamin de Aguiar e o Espírito Eugênia (Santa Bernadette Soubirous, a vidente que contactou Nossa Senhora em Lourdes/França), promete descer sobre Aracaju, no Maria Cristo 2010, subscrevendo Sua Fala com um Extraordinário Fenômeno no Sol.
(Veja foto abaixo e acesse: http://www.saltoquantico.com.br/2009/07/11/o-extraordinario-fenomeno-do-sol/)
Aracaju/SE, 28 de março de 2010 – O Espírito Anacleto declara, pelo médium Benjamin de Aguiar, em palestra ao vivo, que uma ponte energética, em forma de Cone, está sendo construída, para favorecer a Descida de Maria Santíssima. Minutos depois, Espetacular Fenômeno na Lua é visto por várias pessoas que lhe acompanharam a declaração. A Ciência até explica tal fenômeno – raríssimo, sobretudo no Nordeste brasileiro –, mas como entender a “coincidência” (leia-se sincronicidade) de acontecer justamente naquele momento?!…
(Veja foto abaixo e acesse: http://www.saltoquantico.com.br/2010/04/16/o-espirito-anacleto-revelou-estar-acontecendo-uma-formacao-gradativa-de-gigante-cilindro-psiquico-ponte-energetica-protetora-no-correr-dos-proximos-meses-para-a-descida-direta-e-pessoal-do-esp/)
por Delano Mothé
Vida é propósito.
O que nos garante a perfeita funcionalidade homeostática do veículo físico que utilizamos, por longos anos, desde a fecundação?… E, por outro lado, o que há por detrás de todas as disfunções orgânicas a que estamos sujeitos, com diversos e constantes ataques invisíveis à saúde do vaso de carne que provisoriamente nos serve de instrumento de manifestação no plano material de existência?
Como entender a sublimidade do concerto cósmico, em harmonia imponderavelmente indefectível, com uma infinidade de corpos e fenômenos celestes de todo imperscrutáveis à capacidade de avaliação e percepção humanas, a gravitarem seguramente pelo sem-bordas do espaço sideral?… E, de reversa maneira, como compreender o aparente quadro de desordem e quase caos, à nossa volta, com tanta miséria, violência e catástrofes naturais, a atordoarem os sentidos de quantos se atenham aos estreitos parâmetros de observação imediatista e superficial da realidade?
O que pensar da beleza mimosa e delicada das asas de uma borboleta ou de um beija-flor, em pleno voo? Ou, mais ainda, da ternura concretíssima que nos aquece os corações, consagrada aos entes mais amados, a nos preencher a alma de sentido para viver?…

Gostaríamos de registrar como postagem de nosso Blog, hoje, duas homenagens a nosso líder espiritual Benjamin de Aguiar, de autoria de Delano Mothé, linguista-revisor e Professor do Instituto Salto Quântico: um depoimento postado na rede virtual de relacionamentos Orkut, aos 19 de abril de 2006 (originalmente), e um texto redigido para a celebração do natalício de nosso guru, em histórica palestra de 26 de outubro de 2008.
Nossa gratidão e devotamento a Nossa Senhora,
Equipe Salto Quântico.
Depoimento no Orkut:

por Delano Mothé
Duas mortes me assaltaram
de uma só vez:
e me violentaram a ingenuidade
e me sequestraram a inocência
no pouco que ainda me havia restado…
– Prelibar da verdadeira pureza.
Mais um luto
e desta vez duplo.
Não reluto
enterro tudo
e me des-iludo:
necessária é a chacina
ou a faxina!…
– Prenúncio de parto novo.

De coração tocado profundamente, compartilho com os queridos irmãos salto-quantistas minha gratidão eterna ao meu tão amado “Bbzucho” (“Bb-pãe-bliss” – “Mamin” – Benjamin de Aguiar), por seus arroubos de generosidade, tão comuns, mas especialmente me referindo às suas palavras repletas de poesia e fragrâncias do Paraíso, desmedidas de carinho, estímulo e reconhecimento público, suscitadas por “minha” modesta contribuição oferecida neste Blog, com o último artigo de “nossa” autoria aqui publicado.

por Delano Mothé.
A idolatria, para os fins despretensiosos e didáticos deste breve ensaio, pode ser compreendida como uma degenerescência da admiração construtiva. Esta última motiva e mobiliza os indivíduos a assimilar dos objetos admirados os conteúdos que já lhes podem ser agregados ao espírito eterno; a primeira paralisa a criatura, em sua predisposição ou franca rendição ao menor esforço, mantendo-a impermeável aos influxos evolutivos, que poderiam ser absorvidos do exemplo idolatrado.
Por ser uma atitude extremada e antievolutiva, a idolatria naturalmente tende a descambar para seu extremo oposto (na busca do equilíbrio): a demonização do idolatrado, bem como para a contraparte deste movimento demoníaco: a autovitimização, tão logo o idólatra se veja ferido em seus interesses pessoais e impedido de escorar sua preguiça espiritual no foco de sua adoração. A decepção com o ser adorado deveria, se bem aproveitada, sugerir ao “des-iludido” o próprio despertar do torpor deturpador da realidade, porque o impulso natural da alma é incorporar os valores do mundo externo, e não contemplar o que lhe falta, na inércia de perpetuar as lacunas interiores.
por Delano Mothé.
Os sentimentos são eles mesmos, aqui ou alhures;
As emoções iguais se revelam, em fulano ou cicrano.
Um olhar de desilusão é o próprio desalento,
em qualquer par de olhos.
Um sorriso aberto é a alegria estampada,
independente de que boca o espelhe.
Um coração resplandecendo: nada mais que o amor,
que reluz na pele e cintila nos olhos, em qualquer recanto.
Protagonistas são eles, os sentimentos;
Eu, mero cenário, figurante, plateia?…
Que teatro é esse armado dentro do peito?
O papel que me cabe é o de ser apenas palco?…
Não!
Quero me fazer sentir,
Representando o roteiro do coração!
Brilhando e fazendo brilhar!
Interpretando a Vida em suma essência!
Vivendo a própria consciência!…
(Poema composto originalmente em 10 de janeiro de 1998, com as devidas adaptações e aprimoramentos conceituais, de 04 de maio de 2010, propiciados por nossa Bendita Escola Espiritual-Cristã de Sabedoria e Felicidade.)

por Delano Mothé
Semeemos o Bem, pelas iniciativas lançadas no solo da vida, persistente, incansável, continuamente, entregando ao tempo e ao Divino Cultivador o milagre da germinação. Sem o trabalho constante de semeadura, jamais nos será possível a glória da florescência e da frutificação, por dentro e em torno de nossas almas.
Revolvamos a terra árida do próprio coração, abrindo-lhe sulcos e tornando-a dócil às boas obras, receptiva ao novo, à vida. O chão batido, enrijecido, ressequido, é estéril, impermeável que se faz a tudo que nele poderia prosperar, fadado à completa desertificação, à morte. O arejamento e permeabilização do terreno é que lhe possibilitam receber em seu ventre os elementos seminais do porvir verdejante de flores e frutos.
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