por Aline Rangel.
Se ouvirmos nosso coração, cuidadosa e atentamente, perceberemos as pistas de que tanto necessitamos para sermos mais felizes no presente, nas circunstâncias mesmas em que nos encontramos! A chave para este estado de alma a que tanto aspiramos está no que a Grande Mestra da Sabedoria e Felicidade Eugênia nos propõe: sermos felizes fazendo a felicidade de outras pessoas. E isso nada tem a ver com priorizarmos as necessidades alheias, negligenciando, de maneira irresponsável, as nossas; mas sim sairmos um pouco de nós mesmos e nos voltarmos ao outro, respeitando nosso quadro de possibilidade e limitações, mas exercitando, continuamente, o espírito de serviço.
Nos gestos simples do dia-a-dia, como na execução de responsabilidades maiores, infinitas possibilidades se apresentam de oferecermos algo de nós mesmos! O serviço prestado, com sinceridade e compromisso, aliado a trabalho perseverante e criterioso de autoconhecimento e a prática da oração diária, favorecendo, assim, a inspiração e intervenção da Espiritualidade Amiga, potencializa os recursos íntimos de que já dispomos, promove o desenvolvimento de novas habilidades, auxilia no complexo trabalho com os vícios emocionais e sentimentos menos felizes que nos caracterizam a condição de humanidade em evolução, transformando nossos corações e propiciando-nos, estados cada vez mais genuínos de felicidade da alma! Neste esforço contínuo de fazer o nosso melhor, na medida em que nossas condições evolutivas permitem, cada vez mais conscientes de nossas limitações e falhas, dificuldades e torpezas, mas também do potencial luminoso que habita nosso íntimo, compondo nossa Totalidade, alcançamos, progressivamente, a Paz e a Fé que nos farão, um dia, enxergar e sentir o Divino em Tudo, em Todos, e Sempre!







Creio que tenha notado, minha cara discípula do coração, que a inspiração, neste artigo, foi diferente; e que, portanto, o fluxo de encadeamento de ideias procedeu-se de modo igualmente diverso (cotejo em relação ao artigo mais recente, posterior a este) – faço alusão à Entidade do Bem que a conduziu na escrita quase-psicográfica. Mas a fidelidade ao padrão de nossa Escola continuou identicamente perfeito. Sua mãe e professora Eugênia.
Obrigada, Aline, por textos tão pedagógicos quão esclarecedores e tão esclarecedores quão pedagógicos. Abraço.
Taís.
Obrigada, Aline, por textos tão pedagógicos quão esclarecedores e tão esclarecedores quão pedagógicos. Abraço.
Taís.
Obrigado pelo maravilhoso texto, Aline. Lindas palavras, e tao cheias de significado e reflexao. Beijo no coracao.
Só o Amor nos salva de nós mesmos. Parabéns, Aline
Parabéns, Alininha!!! Que texto maravilhoso!!
bjos
Lindo texto Aline! Bjs
Cris Barreto