
Sei que não és um anjo
Mas quando as coisas não vão bem
é a ti que recorro…
Sem ti acho que morro
De tédio, de estagnação…
De solidão…

Sei que não és um anjo
Mas quando as coisas não vão bem
é a ti que recorro…
Sem ti acho que morro
De tédio, de estagnação…
De solidão…
por Sérgio Silva Santana
Tendo se passado mais de dois milênios desde a vinda de nosso senhor Jesus ao orbe terreno, vemo-nos, enquanto humanidade, muito aquém do padrão evolutivo que já teríamos condições de ostentar. Cruzes vazias são agora carregadas penduradas aos pescoços, próximas aos corações, que também se mostram vazios. Vazios de Deus e de tudo que ensinou a voz da verdade que nos tem sido transmitida através dos séculos e por diferentes meios.
A mensagem do Cristo Jesus, destinada agora aos homens e mulheres do século XXI, nos chega como um alerta que deve causar vergonha e impulso à urgente transformação. O Mestre está triste.
Reflexão propiciada na palestra pública do Instituto Salto Quântico em 25 de Julho de 2010.
Também disponível no blog Reflexões Semanais
Veja uma ilustração deste texto em vídeo clicando aqui
por Sérgio Silva Santana
Nosso senhor Jesus recomendou que perdoássemos nossos ofensores não sete, mas setenta vezes sete vezes. Qual seria o limiar entre perdoar e ser condescendente com as agressões alheias? Para encontrarmos a resposta a esta indagação devemos consultar a voz de nossa consciência, considerando, por exemplo, que o perdão, em muitos casos, não significaria aceitar alguém em sua intimidade, mas agir de modo fraterno, ainda que à distância, vibrando e orando pelo bem do outro, por entender que a proximidade poderia gerar uma relação nociva. Devemos ainda entender que é prudente nos afastarmos quando nosso interlocutor não demonstra disposição em chegar a um consenso, mas apenas prolonga uma contenda com a intenção de agredir. Da mesma forma, momentos surgirão em que será necessário silenciar quando notarmos que o agressor não está em condições emocionais de ouvir nossas considerações.
Fazendo isso, estaremos mais próximos do acerto nas diversas relações com nossos irmãos em humanidade, perdoando indefinidamente conforme nos ensinou o mestre dos mestres, mas jamais compactuando com o mal.
Reflexão propiciada na palestra pública do Instituto Salto Quântico em 18 de Julho de 2010

Para que a justiça seja feita, aqui venho fazer um agradecimento público a todos aqueles que colaboraram para que a chamada do Maria Cristo 2010 fosse realizada, já que mal tive a chance de fazê-lo na apresentação oficial, na palestra de ontem (já peço desculpas de antemão pelo texto longo, mas seria ingratidão minha deixar quaisquer dos itens abaixo de fora):
por Sérgio Silva Santana
Instalados no 15º andar de um edifício alguém não se dá conta do perigo a que está exposto. Embora as estatísticas revelem uma probabilidade muito reduzida de que aquelas milhares de toneladas de concreto venham abaixo, não se pode considerar que a engenharia seja uma ciência perfeita, que não cometa erros. Além disso, e o que se mostra mais grave, não podemos confiar plenamente na honestidade de toda e qualquer pessoa envolvida em empreendimentos imobiliários. Um caso relativamente recente nos lembra o que aconteceu com um prédio construído com material de baixa qualidade por determinação de empresário irresponsável e criminoso.
Se confiamos de tal forma na engenharia e no caráter dos homens, que são suscetíveis de falhas, por que não nos entregarmos plenamente nas mãos da engenharia de DEUS, que não comete erros e que sempre nos reserva o melhor para o nosso crescimento e nossa felicidade?
Reflexão propiciada na palestra pública do Instituto Salto Quântico em 11 de Julho de 2010.

Mamin, querido Mestre,
Sua voz embargada já nos dá uma ideia das emoções que viveremos logo mais… Só de ouvi-lo, querido amigo, o meu coração já se enche de amor e devoção.
Eu tenho um CD de Chico Xavier à mão, para ouvir sempre que estou perdida, desesperada. E apenas ao escutar a voz de Chico, já me acalmo. Agora, ouvindo a sua voz, senti algo semelhante. É como se sua fala viesse e repletasse de fé o meu coração, compreende?

Num dia em que ele estava a orar a sós com os discípulos, perguntou-lhes: Quem os homens dizem que eu sou?
Responderam-lhe: Uns dizem que és João Batista; outros, Elias; outros pensam que ressuscitou algum dos antigos profetas.
Perguntou-lhes, então: E vós, quem dizeis que eu sou? Pedro respondeu: O Cristo de Deus.
Ordenou-lhes energicamente que não o dissessem a ninguém.
Se meu mestre me fizesse essa pergunta, eu diria:
Tu és o nosso mestre, cuja autencidade e transparência nos impele a crescer e a descobrir quem realmente somos e para onde vamos; (mais…)

Mamin adorado:
Obrigada pelo seu amor, carinho, generosidade e paciência! Não há do que se desculpar, Luz das nossas vidas! Eu é que tenho que me desculpar! Cometi erros, reincidentes, que têm que ser corrigidos para ontem, e você tem todo direito e autoridade moral para nos repreender do modo que for, pois é o responsável por esta Causa Santa, na Terra, e sabe do que precisamos.
por Sérgio Silva Santana
Aprisionados num campo de trabalhos forçados, na época mais crítica de perseguições aos cristãos, um discípulo questiona ao seu mestre porque Jesus teria permitido que fosse parar ali. Em instantes depois surge o ensejo da resposta: um cruel soldado romano toma da cuia de um velho prisioneiro e derrama no chão parte do já tão escasso caldo que constituía a alimentação daqueles homens, dizendo que a porção que restara era o que merecia o pobre idoso pelo pouco que ali trabalhava. Então, o nobre ancião, sem dizer uma única palavra, recolhe parte do alimento de seu discípulo, completando sua própria cuia, e leva-a até o velho prisioneiro. Depois disso, com um olhar forte e penetrante, mostrando a ascendência moral de seu espírito naquele lugar, promove tocante transformação no semblante de todos. Soldados baixam a cabeça, prisioneiros suspendem o riso perverso.
O discípulo tinha então a sua resposta. João, o evangelista, o único apóstolo que ladeava a mãe do CRISTO JESUS no momento ápice da crucifixão, representava naquela fétida prisão, a presença da LUZ DIVINA, amparando e consolando, distribuindo a todos o amor abundante em seu coração santo.
Reflexão propiciada na palestra pública do Instituto Salto Quântico em 4 de Julho de 2010.
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