jun
16
2010

Gratidão e Graças em Transbordamento!… (*)

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De coração tocado profundamente, compartilho com os queridos irmãos salto-quantistas minha gratidão eterna ao meu tão amado “Bbzucho” (“Bb-pãe-bliss” – “Mamin” – Benjamin de Aguiar), por seus arroubos de generosidade, tão comuns, mas especialmente me referindo às suas palavras repletas de poesia e fragrâncias do Paraíso, desmedidas de carinho, estímulo e reconhecimento público, suscitadas por “minha” modesta contribuição oferecida neste Blog, com o último artigo de “nossa” autoria aqui publicado.

Agradeço-lhe também pelos tantos outros momentos abençoados, pródigos nos círculos mais íntimos de suas relações, e especialmente no âmbito doméstico (onde mais se revela a verdadeira identidade de uma alma), em que sinto nutrida, fartamente, minha sede de sentimento, graças a nossa interação genuinamente fraterna, a partir de suas expressões inesgotáveis e contagiantes de empatia, de bondade, de ternura!… A nobreza de seu coração verte espontânea, a mancheias, contínua e incansavelmente, em manifestações de afabilidade, de zelo, de respeito com o semelhante, próximo ou distante, nos singelos quanto nos extraordinários gestos de legítima renúncia de si mesmo, de todos os dias, década sobre década, oferecendo a todos o maná tão escasso em nossa humanidade ainda em fase de provas e expiações acerbas: o amor desinteressado, livre dos impositivos de manipulação e poder, que ainda caracterizam os relacionamentos humanos no orbe.

Agradecido, ainda, pelo seu exemplo de responsabilidade inamovível e fiel cumprimento dos deveres sacratíssimos do ideal, da consciência, no atendimento absolutamente prioritário aos Chamados do Alto, que lhe inflamam e movem o espírito amadurecido e temperado pelos séculos… milênios de vanguarda evolutiva. A luz inapagável dos anseios benditos de seu coração, consagrados à disseminação dos princípios de felicidade e sabedoria, no serviço ao bem comum, que a todos nos incita, constitui-nos a Bênção das bênçãos: um propósito excelso para viver!

Minha gratidão especial, outrossim, pelas “carícias” (sim: carícias – porque motivadas pelo intento de libertar) mais enérgicas, salvadoras, que tanto sacrifício lhe exigem do coração essencialmente maternal, dulcíssimo por natureza… Sem estas iniciativas um tanto mais firmes, estaríamos (falo também pelos demais irmãos que, como eu, foram e são resgatados, diariamente) ainda entregues à própria incúria e à insânia da hipnose egoica coletiva, ferina e amesquinhadora, enceguecidos para as verdades subidas da autêntica Espiritualidade, porque demasiado envoltos por nossas próprias sombras de insensibilidade e rudeza de sentimento, completamente iludidos quanto ao mal que de fato fazemos, mesmo sem o perceber e o desejar, e o bem que não realizamos, embora o aspiremos e acreditemos divisá-lo – referência às Cartas Paulinas.

De coração, estimados condiscípulos, rogo-lhes que aproveitem esta pública e sincera troca de afagos laudatórios, entre a minha insignificante pessoa e a de nosso amado Guia encarnado, como um estímulo a que prelibemos todas as primícias da convivência amorosa e construtiva que almejamos, um dia, viver, larga e permanentemente, aqui mesmo, no regaço da Mãe Terra. Àqueles que percebam brotar, na própria intimidade, quaisquer laivos de emoções menos desejáveis, mas muito naturais para o nível evolutivo que nos caracteriza a todos, como inveja, ciúme, raiva, desprezo, indiferença… meus sinceros parabéns, pela autoconsciência apurada, mas também minha exortação a que elevemos um pouco o prisma de observação: se os amigos repararem bem, o “elogio” de nosso guru foi fundamentalmente ao serviço prestado (de que nos fazemos canais), à atitude devocional e receptiva à Luz de Nossos Maiores, à busca do autoconhecimento para a melhor utilidade ao bem comum. Nada há de ego aqui, meus queridos (embora, limitado e bastante egoico, naturalmente, me sinta também lisonjeado com a homenagem); o Espírito é que aflora pujante, como um hino de louvor às virtudes humanas, que todos podemos desdobrar, progressiva e plenamente, colocando-nos operantes e à disposição da Cadeia Sublime de Benfeitores que nos sustentam e conduzem a Deus.

Como agradecimento final, declaro, ousada e publicamente (inclusive para que os companheiros mais solícitos me chamem a este eixo superior, se necessário for – e têm minha expressa autorização para tanto), ofertar minha vida, meu coração, todo o meu ser, ao que, paradoxalmente, dá Vida à minha vida: o ideal salto-quantista do Cristo Maria! As conquistas, avanços, “saltos” de qualidade e excelência, antes inimagináveis (mal conseguia fazer uma leitura em público, quando fui acolhido no seio desta sagrada Família espiritual), hoje inúmeros e inestimáveis (como demonstra a peça encomiástica a que ora respondemos), tudo devo ao nosso amado Mamin, Seu (Nosso) adorável Guia, a Mestra-Mãe Eugênia, e Sua Plêiade de Amigos, sem cuja assistência e inspiração muito pouco ou nada lograríamos oferecer de construtivo e útil aos irmãos de ideal e de humanidade.

Todo amor e gratidão a Nossa Amantíssima Mãe, Maria de Nazaré, no serviço progressivo e aperfeiçoado a Seus filhos!

Amor-ternura-enternecimento transbordantes!…

Seu Ddzucho-bb-pãe.

Consdiscípulo-irmão em ideal,

Delano Mothé.

Aracaju, 16 de junho de 2010.

(*) Em retribuição à homenagem postada em 03 de junho de 2010, no site do Instituto Salto Quântico, intitulada: “Crítica Encomiástica de Benjamin de Aguiar ao Artigo ‘Idolatria e Demonização – Espelhos para a Transcendência’, de Autoria de Delano Mothé, Publicado no Blog da Instituição”.

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