por Aline Rangel.
Era uma vez uma dor
Solitária, triste e profunda.
Não havia muito para ver,
Quase nada a acreditar… de Bom.
Futuro sem esperança, sem graça
Presente sem paixão, sem dança.
Lentes pesadas e escuras
Visão nítida da distorção… Real?
Desânimo, pessimismo, culpa.
Onde está?
No passado de descaminhos,
Num presente vazio,
Naquele futuro “certo”!
Era uma vez uma dor…
Escondida num canto.
Com medo de tudo, chorosa
Carente de atenção…
A porta estava encostada – ela não sabia.
A janela estava só emperrada…
Um toque, um olá, um resgate.
O dia e o sol ainda existem! Luz!
Onde está sua dor?
Lá também sua alegria se esconde
Do Amor.
Até a próxima semana!







very good insight, I really enjoyed reading this, keep it up!