por Aline Rangel.
“A intuição, realmente, é a porta da alma. A alma, de fato, é a sede da felicidade. somente atendendo aos reclamos da alma pode alguém realmente ser feliz.” (*1)
Prestar atenção nos inúmeros sinais, externos ou internos, que trazem informações significativas acerca de eventos, pessoas, experiências, “traduzindo-os”; fazer leitura das energias de uma manifestação mediúnica; sentir a necessidade de fazer mudança repentina num determinado planejamento… Quem já não passou pela experiência de se perceber dizendo: “Se tivesse ouvido minha intuição, teria feito isso, ou não teria agido assim… Desenvolver o acesso a esta importantíssima fonte de conhecimentos é tarefa um tanto trabalhosa, instigante… Mas também prazerosa, uma vez que, ao exercitá-la, refina-se a percepção da vida, das experiências mais prosaicas às mais melindrosas.







