por Aline Rangel.
As experiências afetivas, como nos alerta a mentora desencarnada Eugênia, têm função importantíssima em nossas vidas, favorecendo-nos a conquista de níveis mais altos de maturidade psicológica. Em mensagem publicada em 1998(*), a grande Mestra nos esclarece a respeito desta necessidade humana, tratando-a de com naturalidade e respeito e diferenciando-a tanto das mito romântico “felizes para sempre”, quanto do radicalismo egoísta dos que defendem a vida solitária. Em suas palavras: “(…) ninguém será íntegro, tanto quanto não será integral, se não se expuser a experiências de intimidade, tenham elas ou não conotações sexuais explícitas. A amizade, a cumplicidade de destinos, o compromisso moral-afetivo, o sentido de lealdade, fidelidade e parceria são elementos fundamentais para uma vida vivida plenamente. Sem intimidade, abertura, vulnerabilidade, confiança e ternura, o mundo se desumanizaria rapidamente, para dar espaço ao caos e à tragédia.”
Valiosíssimo refletirmos, então, acerca do quanto temos investido em relações afetivas de qualidade e o quanto temos melhorado o contato que mantemos conosco. Nossos vínculos costumam ser o reflexo do tipo de ligação que estabelecemos, internamente, com nós mesmos, com nossos “eus”, com nossas expectativas, frustrações, traumas, preconceitos, entre outros elementos destrutivos. À medida que nos conhecemos mais profundamente, que nos aceitamos como somos (sem complacência, obviamente), que nos esforçamos por aprender e nos colocamos receptivos à intimidade verdadeira, nossas relações se modificam positivamente, tornando-se mais saudáveis porque equilibradas. Neste processo, sentimo-nos mais criativos, produtivos e dispostos, além de mais amorosos, confiantes e otimistas, alimentando-nos reciprocamente, o que revela que estamos alinhados com os reclamos da Divina Providência.
Inúmeras são as dificuldades que podemos experimentar ao nos abrirmos à intimidade (especialmente, mas não exclusivamente, quando se trata da relação afetivo-erótica), mas bem mais significativos costumam ser os ganhos se nos dispusermos a este aprendizado de maneira lúcida, colocando o ideal e os objetivos mais elevados da vida à frente. Assim, exercitamos viver e interpretar a vida a partir da interdependência, depois de superadas, segundo Eugênia, as fases de dependência e independência, partilhando o amor com doses cada vez maiores de desapego, transparência, confiança e entrega, enfim… de Felicidade.
(*)”Autonomia x Isolamento.”, Benjamin Teixeira pelo espírito Eugênia. Extraída do livro Sol de Esperança.







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Queridas Flávia e P&A, Querido Leo. Obrigada pelos cometários ao texto desta semana! Muititíssimo agradecida por este estímulo sincero e amoroso que parte do coração de vocês! Que Nossa Mãe Maior cubra de bênçãos seus caminhos! Beijo, Alininha.
Alininha, como sempre vc arrasa. Trata de assuntos tão sérios, mas com tanta naturalidade e simplicidade que facilitam e muito a nossa compreensão. Que Maria Santíssima continue iluminando seus caminhos e inspirando através de seus enviados amorosos. Obrigada por nos ensinar tanto! Vc é uma florzinha rara do céu entre nós.
Com Amor,
P&A.
ps. Adorei sua vinda ao Blog. Bem pensado!
Parabéns… que texto excelente, reflexões importantíssimas acerca de assunto tão delicado e polêmico.
Muito obrigado pela ajuda!
Com muito amor,
Léo.
Querida Alininha…seus textos são ótimos! Revigora nosso coraçãozinho para iniciar a semana com pensamentos positivos e reais.
Adorei o texto de hoje. Reflete o que precisamos buscar diariamente. Apesar da dificuldade que temos em alcançar o nível apresentado por nosso Querida Mestra Eugênia no texto “Autonomia e Isolamento”, aqui, trabalhado por você, sabemos que é possível se nos dispusermos a iniciar o processo dentro de nós.
Com muito afeto,
Flávia Gama.