jun
22
2009

Vivendo Plenamente.

por Aline Rangel.

Os orientadores desencarnados responsáveis pelos corpo de idéias proposto pelo Salto  Quântico apresentam em diferentes mensagens estímulos a que vivamos mais plenamente, ou seja, mais sintonizados com o que nos pede a voz do coração, do ideal, da consciência em seu nível mais profundo. Importantíssimo reconhecer e distinguir tais apelos da alma! Acostumados a atender às expectativas alheias ou mesmo internas de aceitação social, muito comum distanciarmo-nos do que nos faz inteiros, do que nos caracteriza como seres singulares…

Como saber se estamos investindo na realização de nossas aspirações verdadeiras? Como perceber que estamos no caminho da paz? Como diferenciar este processo da busca de sucesso, prestígio, poder, dinheiro por necessidades exclusivamente egóicas? A recomedação-alerta dos mentores é colocarmos o espiritual em primeiro lugar, dirigindo nossas conquistas e desejos pessoais ao bem coletivo. E isso não significa abrir mão das necessidades particulares, deixar de cuidar dos próprios interesses, mas sim de colocar como fonte de inspiração para os nossos mais importantes investimentos o bem que se pode fazer ao outro. O que se quer dizer é que um profissional, por exemplo, pode desejar atingir o ápice em sua área de atuação unicamente para atender a um capricho do ego de se sentir melhor, ao passo que um outro pode colocar como inspiração para busca do prestígio a possibilidade de fazer ainda mais pelos que são beneficiados direta ou indiretamente por seu trabalho, além da satisfação de ser reconhecido por suas conquistas.

Cabe, portanto, façamos uma análise criteriosa de nossos investimentos atuais, observando o tipo de motivação que nos caracteriza as iniciativas. E esse tipo de avaliação, um tanto delicada quando estamos tratando de certos departamentos de nossa vida, deve ser norteada por um conjunto de conceitos e valores com propósitos espirituais sempre revisto e ampliado, por orientações e conselhos de pessoas de confiança (sejam ou não íntimas), pela intuição, pela busca de inspiração nos momentos de prece, pela percepção cuidadosa do quanto estamos mais felizes, mais produtivos, mais serenos, mais otimistas (mesmo e principalmente nos momentos de crise). Por fim, entrando em contato com nossas vozes internas, com nossos sonhos, nosso desejo de servir (ainda que seja tímido), importantíssimo nos perguntarmos: “Onde está meu coração?”

Written by in: Aline Rangel |

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